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Exercícios para a Seção 13.1


Introdução às funções com valor vetorial

1) Forneça as funções de componente (x = f (t) ) e (y = g (t) ) para a função de valor vetorial ( vecs r (t) = 3 sec t , hat { mathbf {i}} + 2 tan t , hat { mathbf {j}} ).

Responder:
Aqui podemos dizer que (f (t) = 3 sec t, quad g (t) = 2 tan t )

então temos (x (t) = 3 sec t, quad y (t) = 2 tan t ).

2) Dado ( vecs r (t) = 3 sec t hat { mathbf {i}} + 2 tan t hat { mathbf {j}} ), encontre os seguintes valores (se possível).

  1. ( vecs r ( frac { pi} {4}) )
  2. ( vecs r ( pi) )
  3. ( vecs r ( frac { pi} {2}) )

3) Esboce a curva da função de valor vetorial ( vecs r (t) = 3 sec t hat { mathbf {i}} + 2 tan t hat { mathbf {j}} ) e dê o orientação da curva. Esboce assíntotas como um guia para o gráfico.

Responder:

Limites de funções com valor vetorial

4) Avalie ( lim limits_ {t to 0} left (e ^ t hat { mathbf {i}} + frac { sin t} {t} hat { mathbf {j}} + e ^ {- t} hat { mathbf {k}} right) )

5) Dada a função de valor vetorial ( vecs r (t) = ⟨ cos t, sin t⟩ ) encontre os seguintes valores:

  1. ( lim limits_ {t to frac { pi} {4}} vecs r (t) )
  2. ( vecs r ( frac { pi} {3}) )
  3. É ( vecs r (t) ) contínuo em (t = frac { pi} {3} )?
  4. Gráfico ( vecs r (t) ).
Responder:

uma. (⟨ Frac { sqrt {2}} {2}, frac { sqrt {2}} {2}⟩ ),
b. (⟨ Frac {1} {2}, frac { sqrt {3}} {2}⟩ ),
c. Sim, o limite como t aproxima-se ( mathrm { frac { pi} {3}} ) é igual a ( mathrm {r ( frac { pi} {3})} ),
d.

6) Dada a função de valor vetorial ( vecs r (t) = ⟨t, t ^ 2 + 1⟩ ), encontre os seguintes valores:

  1. ( lim limits_ {t to -3} vecs r (t) )
  2. ( vecs r (−3) )
  3. É ( vecs r (t) ) contínuo em (x = −3 )?
  4. ( vecs r (t + 2) - vecs r (t) )

7) Seja ( vecs r (t) = e ^ t hat { mathbf {i}} + sin t hat { mathbf {j}} + ln t hat { mathbf {k}} ) . Encontre os seguintes valores:

  1. ( vecs r ( frac { pi} {4}) )
  2. ( lim limits_ {t to frac { pi} {4}} vecs r (t) )
  3. É ( vecs r (t) ) contínuo em (t = frac { pi} {4} )?
Responder:
uma. ⟨ (E ^ { frac { pi} {4}}, frac { sqrt {2}} {2}, ln ( frac { pi} {4}) )⟩;
b. ⟨ (E ^ { frac { pi} {4}}, frac { sqrt {2}} {2}, ln ( frac { pi} {4}) )⟩;
c. sim

Para os exercícios 8 - 13, encontre o limite das seguintes funções com valor vetorial no valor indicado de (t ).

8) ( lim limits_ {t to 4} ⟨ sqrt {t − 3}, frac { sqrt {t} −2} {t − 4}, tan ( frac { pi} {t} )⟩ )

9) ( lim limits_ {t to frac { pi} {2}} vecs r (t) ) para ( vecs r (t) = e ^ t hat { mathbf {i}} + sin t hat { mathbf {j}} + ln t hat { mathbf {k}} )

Responder:
(⟨E ^ { frac { pi} {2}}, 1, ln ( frac { pi} {2})⟩ )

10) ( lim limits_ {t to infty} ⟨e ^ {- 2t}, frac {2t + 3} {3t − 1}, arctan (2t)⟩ )

11) ( lim limits_ {t to e ^ 2} ⟨t ln (t), frac { ln t} {t ^ 2}, sqrt { ln (t ^ 2)⟩} )

Responder:
(2e ^ 2 hat { mathbf {i}} + frac {2} {e ^ 4} hat { mathbf {j}} + 2 hat { mathbf {k}} )

12) ( lim limits_ {t to frac { pi} {6}} ⟨ cos 2t, sin 2t, 1⟩ )

13) ( lim limits_ {t to infty} vecs r (t) ) para ( vecs r (t) = 2e ^ {- t} mathbf {i} + e ^ {- t} hat { mathbf {j}} + ln (t − 1) hat { mathbf {k}} )

Responder:
O limite não existe porque o limite de ( ln (t − 1) ) conforme (t ) se aproxima do infinito não existe.

Domínio de uma função com valor vetorial

Para os problemas 14 - 17, encontre o domínio das funções com valor vetorial.

14) Domínio: ( vecs r (t) = ⟨t ^ 2, t, sin t⟩ )

15) Domínio: ( vecs r (t) = ⟨t ^ 2, tan t, ln t⟩ )

Responder:
( text {D} _ { vecs r} = left {t , | , t> 0, t ≠ (2k + 1) frac { pi} {2}, , text { onde} , k , text {é qualquer inteiro} right } )

16) Domínio: ( vecs r (t) = ⟨t ^ 2, sqrt {t − 3}, frac {3} {2t + 1}⟩ )

17) Domínio: ( vecs r (t) = ⟨ csc (t), frac {1} { sqrt {t − 3}}, ln (t − 2)⟩ )

Responder:
( text {D} _ { vecs r} = left {t , | , t> 3, t ≠ n pi, , text {onde} , n , text {é qualquer inteiro} right } )

18) uma. Encontre o domínio de ( vecs r (t) = 2e ^ {- t} hat { mathbf {i}} + e ^ {- t} hat { mathbf {j}} + ln (t− 1) hat { mathbf {k}} ).

b. Para quais valores de (t ) é ( vecs r (t) = 2e ^ {- t} hat { mathbf {i}} + e ^ {- t} hat { mathbf {j}} + ln (t − 1) hat { mathbf {k}} ) contínuo?

Responder:
uma. ( text {D} _ { vecs r}: (1, infty) )
b. Todos (t ) de forma que (t∈ (1, infty) )

19) Domínio: ( vecs r (t) = ( arccos t) , hat { mathbf {i}} + sqrt {2t − 1} , hat { mathbf {j}} + ln ( t) , hat { mathbf {k}} )

Responder:
( text {D} _ { vecs r}: big [ frac {1} {2}, 1 big] )

Visualizando funções com valor vetorial

20) Descreva a curva definida pela função de valor vetorial ( vecs r (t) = (1 + t) hat { mathbf {i}} + (2 + 5t) hat { mathbf {j}} + ( -1 + 6t) hat { mathbf {k}} ).

21) Seja ( vecs r (t) = ⟨ cos t, t, sin t⟩ ) e use-o para responder às seguintes questões.

  1. Para quais valores de (t ) é ( vecs r (t) ) contínuo?
  2. Esboce o gráfico de ( vecs r (t) ).
Responder:
uma. ( vecs r ) é contínuo para todos os números reais, ou seja, para (t in mathbb {R} ).
b. Observe que deve haver um (z ) no eixo vertical na seção transversal na imagem (a) abaixo em vez de (y ).

22) Faça um esboço cuidadoso do gráfico de ( vecs r (t) = t ^ 2 , hat { mathbf {i}} + t , hat { mathbf {j}} ).

Nas questões 23 a 25, use um utilitário gráfico para esboçar cada uma das funções com valor vetorial:

23) [T] ( vecs r (t) = 2 cos ^ 2 t hat { mathbf {i}} + (2− sqrt {t}) hat { mathbf {j}} )

Responder:

24) [T] ( vecs r (t) = ⟨e ^ { cos (3t)}, e ^ {- sin (t)}⟩ )

25) [T] ( vecs r (t) = ⟨2− sin (2t), 3 + 2 cos t⟩ )

Responder:

Encontrando equações em (x ) e (y ) para o caminho traçado por funções com valor vetorial

Para as questões 26-33, elimine o parâmetro (t ), escreva a equação em coordenadas cartesianas e esboce o gráfico das funções com valor vetorial.

26) ( vecs r (t) = 2t hat { mathbf {i}} + t ^ 2 hat { mathbf {j}} )
(Dica: Seja (x = 2t ) e (y = t ^ 2 ). Resolva a primeira equação para (t ) em termos de (x ) e substitua esse resultado na segunda equação.)

27) ( vecs r (t) = t ^ 3 hat { mathbf {i}} + 2t hat { mathbf {j}} )

Responder:

(y = 2 sqrt [3] {x} ), uma variação da função raiz cúbica

28) ( vecs r (t) = sin t , hat { mathbf {i}} + cos t , hat { mathbf {j}} )

29) ( vecs r (t) = 3 cos t , hat { mathbf {i}} + 3 sin t , hat { mathbf {j}} )

Responder:

(x ^ 2 + y ^ 2 = 9 ), um círculo centralizado em ((0,0) ) com raio 3 e orientação no sentido anti-horário

30) ( vecs r (t) = ⟨ sin t, 4 cos t⟩ )

31) ( vecs r (t) = 2 sin t , hat { mathbf {i}} - 3 cos t , hat { mathbf {j}} )

Responder:

( frac {x ^ 2} {4} + frac {y ^ 2} {9} = 1 ), uma elipse centrada em ((0,0) ) com interceptações em (x = pm2 ) e (y = pm3 ), e uma orientação no sentido horário

32) ( vecs r (t) = tan t , hat { mathbf {i}} - 2 sec t , hat { mathbf {j}} )

33) ( vecs r (t) = 3 sec t , hat { mathbf {i}} + 4 tan t , hat { mathbf {j}} )

Responder:

( frac {x ^ 2} {9} - frac {y ^ 2} {16} = 1 ), uma hipérbole centrada em ((0,0) ) com (x ) - intercepta ((3, 0) ) e ((- 3, 0) ), com a orientação mostrada

Encontrando uma função com valor vetorial para traçar o gráfico de uma equação em (x ) e (y )

Para as questões 34 - 40, encontre uma função com valor vetorial que trace a curva fornecida na direção indicada.

34) (4x ^ 2 + 9y ^ 2 = 36 ); sentido horário e anti-horário

35) (y = x ^ 2 ); da esquerda para a direita

Responder:
( vecs r (t) = ⟨t, t ^ 2⟩ ), onde (t ) aumenta

36) A linha que atravessa P e Q Onde P é ((1,4, −2) ) e Q é ((3,9,6) )

37) O círculo, (x ^ 2 + y ^ 2 = 36 ), orientado no sentido horário, com a posição ((- 6, 0) ) no tempo (t = 0 ).

Responder:
( vecs r (t) = - 6 cos t , hat { mathbf {i}} + 6 sin t , hat { mathbf {j}} )

38) A elipse, (x ^ 2 + frac {y ^ 2} {36} = 1 ), orientada no sentido anti-horário

Responder:
( vecs r (t) = cos t , hat { mathbf {i}} + 6 sin t , hat { mathbf {j}} )

39) A hipérbole, ( frac {y ^ 2} {36} - x ^ 2 = 1 ), a peça superior é orientada da esquerda para a direita

Responder:
( vecs r (t) = tan t , hat { mathbf {i}} + 6 sec t , hat { mathbf {j}} )

40) A hipérbole, ( frac {x ^ 2} {49} - frac {y ^ 2} {64} = 1 ), a peça direita é orientada de baixo para cima

Responder:
( vecs r (t) = 7 sec t , hat { mathbf {i}} + 8 tan t , hat { mathbf {j}} )

Parametrizando um caminho por partes

Para as questões 41 - 44, forneça uma parametrização para cada caminho por partes. Tente escrever uma parametrização que comece com (t = 0 ) e avance pelos valores de (t ) conforme você se move de uma peça para outra.

41)

Responder:
uma. ( vecs r_1 (t) = t , hat { mathbf {i}} + t ^ 4 , hat { mathbf {j}} ) para (0 le t le 1 )
( vecs r_2 (t) = -t , hat { mathbf {i}} + sqrt [3] {- t} , hat { mathbf {j}} ) para (- 1 le t le 0 )

Portanto, uma parametrização por partes desse caminho é:
( vecs r (t) = begin {casos}
t , hat { mathbf {i}} + t ^ 4 , hat { mathbf {j}}, & 0 le t le 1
left (2-t right) , hat { mathbf {i}} + sqrt [3] {2-t} , hat { mathbf {j}}, & 1 lt t le 2
end {casos} )

b. ( vecs r_1 (t) = t , hat { mathbf {i}} + sqrt [3] {t} , hat { mathbf {j}} ) para (0 le t le 1 )
( vecs r_2 (t) = -t , hat { mathbf {i}} + (-t) ^ 4 , hat { mathbf {j}} ) para (- 1 le t le 0 )

Portanto, uma parametrização por partes desse caminho é:
( vecs r (t) = begin {casos}
t , hat { mathbf {i}} + sqrt [3] {t} , hat { mathbf {j}}, & 0 le t le 1
left (2-t right) , hat { mathbf {i}} + left (2-t right) ^ 4 , hat { mathbf {j}}, & 1 lt t le 2
end {casos} )

42)

43) a. b.

Responder:
uma. ( vecs r_1 (t) = t , hat { mathbf {i}} +0 , hat { mathbf {j}} ) para (0 le t le 2 )
( vecs r_2 (t) = -t , hat { mathbf {i}} + left (2 + t right) , hat { mathbf {j}} ) para (- 2 le t le -1 )
( vecs r_3 (t) = -t , hat { mathbf {i}} + left (-t right) ^ 3 , hat { mathbf {j}} ) para (- 1 le t le 0 )

Portanto, uma parametrização por partes desse caminho é:
( vecs r (t) = begin {casos}
t , hat { mathbf {i}}, & 0 le t le 2
left (4-t right) , hat { mathbf {i}} + left (t-2 right) , hat { mathbf {j}}, & 2 lt t le 3
left (4-t right) , hat { mathbf {i}} + left (4-t right) ^ 3 , hat { mathbf {j}}, & 3 lt t le 4
end {casos} )

b. ( vecs r_1 (t) = t , hat { mathbf {i}} + t ^ 3 , hat { mathbf {j}} ) para (0 le t le 1 )
( vecs r_2 (t) = t , hat { mathbf {i}} + left (2 - t right) , hat { mathbf {j}} ) para (1 le t le 2 )
( vecs r_3 (t) = -t , hat { mathbf {i}} + 0 , hat { mathbf {j}} ) para (- 2 le t le 0 )

Portanto, uma parametrização por partes desse caminho é:
( vecs r (t) = begin {casos}
t , hat { mathbf {i}} + t ^ 3 , hat { mathbf {j}}, & 0 le t le 1
t , hat { mathbf {i}} + left (2 - t right) , hat { mathbf {j}}, & 1 lt t le 2
left (4-t right) , hat { mathbf {i}}, & 2 lt t le 4
end {casos} )

44)

Perguntas adicionais de função com valor vetorial

Para as questões 45 - 48, considere a curva descrita pela função de valor vetorial ( vecs r (t) = (50e ^ {- t} cos t) hat { mathbf {i}} + (50e ^ { −t} sin t) hat { mathbf {j}} + (5−5e ^ {- t}) hat { mathbf {k}} ).

45) Qual é o ponto inicial do caminho correspondente a ( vecs r (0) )?

Responder:
((50,0,0))

46) O que é ( lim limits_ {t to infty} vecs r (t) )?

47) [T] Use a tecnologia para esboçar a curva.

Responder:

48) Elimine o parâmetro t para mostrar que (z = 5− frac {r} {10} ) onde (r ^ 2 = x ^ 2 + y ^ 2 ).

49) [T] Seja ( vecs r (t) = cos t hat { mathbf {i}} + sin t hat { mathbf {j}} + 0,3 sin (2t) hat { mathbf {k} } ). Use a tecnologia para representar graficamente a curva (chamada de curva da montanha-russa) no intervalo ([0,2 pi) ). Escolha pelo menos duas vistas para determinar os picos e vales.

Responder:

50) [T] Use o resultado do problema anterior para construir uma equação de uma montanha-russa com uma queda acentuada do pico e uma inclinação acentuada do "vale". Em seguida, use a tecnologia para representar graficamente a equação.

51) Use os resultados dos dois problemas anteriores para construir uma equação de um caminho de uma montanha-russa com mais de dois pontos de inflexão (picos e vales).

Responder:

Uma possibilidade é ( vecs r (t) = cos t hat { mathbf {i}} + sin t hat { mathbf {j}} + sin (4t) hat { mathbf {k }} ). Ao aumentar o coeficiente de (t ) no terceiro componente, o número de pontos de inflexão aumentará.

52) Conclua a investigação a seguir.

  1. Represente graficamente a curva ( vecs r (t) = (4+ cos (18t)) cos (t) hat { mathbf {i}} + (4+ cos (18t) sin (t)) hat { mathbf {j}} + 0.3 sin (18t) hat { mathbf {k}} ) usando dois ângulos de visão de sua escolha para ver a forma geral da curva.
  2. A curva se assemelha a um “slinky”?
  3. Que mudanças na equação devem ser feitas para aumentar o número de bobinas do slinky?

Contribuidores

Gilbert Strang (MIT) e Edwin “Jed” Herman (Harvey Mudd) com muitos autores contribuintes. Este conteúdo da OpenStax é licenciado com uma licença CC-BY-SA-NC 4.0. Baixe gratuitamente em http://cnx.org.

Paul Seeburger (Monroe Community College) editou exercícios para o LaTeX e criou os números 12, 14, 19, 22, 30-33, 37-44.


Seção 13.1. O Construtor de Cópia

O construtor que leva um único parâmetro que é um (geralmente const) a referência a um objeto do próprio tipo de classe é chamada de construtor de cópia. Como o construtor padrão, o construtor de cópia pode ser invocado implicitamente pelo compilador. O construtor de cópia é usado para

Inicializa explícita ou implicitamente um objeto de outro do mesmo tipo

Copie um objeto para passá-lo como um argumento para uma função

Copie um objeto para retorná-lo de uma função

Inicialize os elementos em um contêiner sequencial

Inicializa elementos em uma matriz de uma lista de inicializadores de elemento

Formas de definição de objeto

Lembre-se de que C ++ oferece suporte a duas formas de inicialização (seção 2.3.3 na p. 48): direta e cópia. A inicialização de cópia usa o símbolo = e a inicialização direta coloca o inicializador entre parênteses.

A cópia e as formas diretas de inicialização, quando aplicadas a objetos do tipo de classe, são sutilmente diferentes. A inicialização direta invoca diretamente o construtor correspondido pelos argumentos. A inicialização da cópia sempre envolve o construtor da cópia. A inicialização da cópia usa primeiro o construtor indicado para criar um objeto temporário (seção 7.3.2 na p. 257). Em seguida, ele usa o construtor de cópia para copiar aquele temporário para o que estamos criando:

Para objetos do tipo de classe, a inicialização da cópia pode ser usada apenas ao especificar um único argumento ou quando construímos explicitamente um objeto temporário para copiar.

Quando pontos é criado, o corda construtor que leva uma contagem e um caractere é chamado e inicializa diretamente os membros em pontos. Para criar null_book, o compilador primeiro cria um temporário invocando o corda construtor que recebe um parâmetro de string de caracteres de estilo C. O compilador então usa o corda copie o construtor para inicializar null_book como uma cópia desse temporário.

A inicialização de empty_copy e empty_direct ambos chamam o corda construtor padrão. No primeiro caso, o construtor padrão cria um objeto temporário, que é então usado pelo construtor de cópia para inicializar empty_copy. No segundo caso, o construtor padrão é executado diretamente no empty_direct.

A forma de cópia de inicialização é principalmente suportada para compatibilidade com o uso de C. Quando pode fazer isso, o compilador tem permissão (mas não é obrigado) a ignorar o construtor de cópia e criar o objeto diretamente.

Normalmente, a diferença entre a inicialização direta ou de cópia é, no máximo, uma questão de otimização de baixo nível. No entanto, para tipos que não suportam cópia, ou ao usar um construtor que não éexplícito (Seção 12.4.4, p. 462) a distinção pode ser essencial:

A inicialização de arquivo1 está bem. O ifstream class define um construtor que pode ser chamado com uma string de estilo C. Esse construtor é usado para inicializar arquivo1.

A inicialização aparentemente equivalente de arquivo2 usa inicialização de cópia. Essa definição não está bem. Não podemos copiar objetos dos tipos IO (seção 8.1 na p. 287), portanto, não podemos usar a inicialização de cópia em objetos desses tipos.

Se a inicialização de item está tudo bem depende de qual versão do nosso Sales_item classe que estamos usando. Algumas versões definem o construtor que leva um corda Como explícito. Se o construtor for explícito, a inicialização falhará. Se o construtor não for explícito, a inicialização está bem.

Parâmetros e valores de retorno

Como sabemos, quando um parâmetro é um tipo sem referência (seção 7.2.1 na p. 237), o argumento é copiado. Da mesma forma, um valor de retorno de não referência (seção 7.3.2, p. 247) é retornado copiando o valor no Retorna demonstração.

Quando o parâmetro ou tipo de retorno é um tipo de classe, a cópia é feita pelo construtor de cópia. Por exemplo, considere nosso make_plural função da página 248:

Esta função usa implicitamente o corda construtor de cópia para retornar a versão plural de uma determinada palavra. Os parâmetros são const referências eles não são copiados.

Inicializando elementos de contêiner

O construtor de cópia é usado para inicializar os elementos em um contêiner sequencial. Por exemplo, podemos inicializar um contêiner usando um único parâmetro que representa um tamanho (seção 3.3.1 na p. 92). Esta forma de construção usa o construtor padrão e o construtor de cópia para o contêiner do elemento:

O compilador inicializa svec usando primeiro o padrão corda construtor para criar um valor temporário. O construtor de cópia é então usado para copiar o temporário em cada elemento de svec.

Como regra geral (seção 9.1.1 na p. 307), a menos que pretenda usar o valor inicial padrão dos elementos do contêiner, é mais eficiente alocar um contêiner vazio e adicionar elementos à medida que os valores desses elementos se tornam conhecidos.

Construtores e elementos de array

Se não fornecermos inicializadores de elemento para uma matriz do tipo de classe, o construtor padrão será usado para inicializar cada elemento. No entanto, se fornecermos inicializadores de elemento explícitos usando a lista normal de inicialização de array entre chaves (seção 4.1.1, p. 111), cada elemento será inicializado usando a inicialização de cópia. Um elemento do tipo apropriado é criado a partir do valor especificado e, em seguida, o construtor de cópia é usado para copiar esse valor para o elemento correspondente:

Um valor que pode ser usado para invocar um construtor de argumento único para o tipo de elemento pode ser especificado diretamente, como nos inicializadores para os três primeiros elementos. Se não quisermos especificar nenhum argumento ou vários argumentos, precisamos usar a sintaxe completa do construtor, como fazemos no inicializador para o último elemento.


Diretrizes Gerais de Formatação

Este capítulo fornece diretrizes detalhadas para o uso das convenções de citação e formatação desenvolvidas pela American Psychological Association, ou APA. Escritores em disciplinas tão diversas como astrofísica, biologia, psicologia e educação seguem o estilo APA. Os principais componentes de um artigo escrito no estilo APA estão listados na caixa a seguir.

Estes são os principais componentes de um artigo estilo APA:

Corpo, que inclui o seguinte:

  • Títulos e, se necessário, subtítulos para organizar o conteúdo
  • Citações no texto de fontes de pesquisa

Todos esses componentes devem ser salvos em um documento, não como documentos separados.


Nota de interpretação 1 (Seção 13 (1)):

& quot Desenvolvido por ou para & quot significa que o conselho ou recomendações devem ter sido criados 1) dentro do órgão público, ou 2) fora do órgão público, mas para o órgão público (por exemplo, por um provedor de serviços ou parte interessada).

A Seção 13 pode ser aplicada em várias circunstâncias, por exemplo se:

a linguagem no registro se refere a um curso de ação sugerido ou um plano que ainda não foi implementado

a linguagem usa palavras e / ou frases como: Propõe-se que & hellip O órgão público deve & hellip Recomenda-se que & hellip É aconselhável que & hellip Uma opção é & hellip Seria benéfico para & hellip O órgão público pode querer & hellip Foi sugerido que & hellip Se o público o corpo deveria considerar & hellip Se o órgão público procedesse desta maneira & hellip O impacto ou as consequências de. etc.

qualquer uma das opções revela o que a recomendação provavelmente será (por exemplo, os prós e contras, ou a maneira como são discutidos, levam o leitor a escolher uma opção específica)

a linguagem reflete ou impacta o mandato do órgão público e as operações do órgão público de alguma forma ou,

a linguagem discute o efeito ou impacto de uma decisão particular.

a informação consiste em uma opinião sobre um conjunto existente de circunstâncias.

Exemplos

As informações a seguir podem revelar conselhos ou recomendações:

a prestação de conselho ou opinião em uma nota de decisão

a parte das recomendações de uma nota informativa preparada para um ministro ou executivo de ministério

uma parte do texto em um relatório preparado para um órgão público que fornece uma redação sugerida para regulamentos e

uma minuta de carta preparada para um ministro.

conselhos ou recomendações desenvolvidas em notas informativas, notas de decisão ou quaisquer relatórios subsequentes.

Quando as opções são listadas para um ministro ou órgão público, as alternativas ou opções podem ser caracterizadas como recomendações. Além disso, as implicações que acompanham as opções também podem ser protegidas na seção 13 (1) como conselho.

Um órgão público não pode presumir que simplesmente rotular informações & ldquoadvice & rdquo ou & ldquorecommendations & rdquo significará que as informações sob este título podem ser retidas de acordo com a seção 13 (1). O órgão público ainda deve estabelecer se as informações sob tal título se qualificam para proteção sob a seção 13 (1) ou qualquer outra exceção.

O fato de um registro ser um rascunho não significa necessariamente que tudo pode ser retido de acordo com a seção 13 (1). Os princípios usuais se aplicam, o que significa que um órgão público pode reter apenas as informações no projeto que realmente revelariam conselhos ou recomendações dentro do significado da seção.

Às vezes, um órgão público prepara uma minuta proposta de um relatório, carta ou outro documento a ser fornecido para uma decisão do tomador de decisão para o órgão público. Nesses casos, algumas ou todas as informações no rascunho (ou em versões anteriores desse mesmo rascunho) podem ser retidas se sua divulgação revelar conselhos ou recomendações quanto a um curso de ação. Em outros casos, os rascunhos podem ser preparados como parte das atividades diárias do órgão público, mas não se destinam a um tomador de decisões. O contexto será importante para os órgãos públicos que fazem essa determinação.

Exemplo

Os funcionários preparam um rascunho de carta para um ministro responder a um inquérito recebido de um membro do público. O rascunho da carta é enviado ao ministro, mas ela decide não aceitar a abordagem recomendada pela carta e, em vez disso, a reescreve. Neste caso, a informação no rascunho pode ser cortada, uma vez que revela conselhos ou recomendações ao ministro.

Nota de interpretação 2 (Seção 13 (2)):

Os órgãos públicos são encorajados a considerar a liberação de rotina de informações que são especificamente excluídas da cobertura da exceção de conselhos e recomendações pela seção 13 (2). No entanto, a liberação de rotina ocorreria apenas se não houvesse outras questões de privacidade ou confidencialidade.

Nota de interpretação 3 (Seção 13 (2) (a)):

& quot Material factual & quot significa um corpo coeso de fatos que são distintos de conselhos ou recomendações. Não se refere a declarações isoladas de fatos ou à análise do material factual. O material factual refere-se especificamente às informações que não podem ser retidas de acordo com a seção 13 (1) e que devem ser separadas dos conselhos ou recomendações se essas estiverem sendo retidas. Quando as informações factuais estão entrelaçadas com conselhos ou recomendações de uma maneira em que nenhuma separação razoável possa ser feita, então as informações não são materiais factuais para os fins da seção 13 (2) (a).

O material factual não se limita a informações que foram confirmadas ou aceitas como precisas pelo órgão público. Outras exceções podem ser aplicadas ao material factual.

Exemplos

Um rascunho de um relatório de auditoria inclui uma avaliação das práticas de gestão. A avaliação do autor sobre o órgão público é baseada em material factual, independentemente de o órgão público concordar com a avaliação. As informações que revelam as recomendações do autor podem ser excluídas sob a seção 13 (1), mas o material factual de fundo sobre o qual as recomendações são feitas não pode ser omitido sob esta seção. Outras exceções, entretanto, podem ser aplicáveis.

A parte de discussão de uma nota informativa do ministro contém declarações de fato. Essas declarações podem ser omitidas de acordo com a seção 13 (1) se permitirem que alguém deduza com precisão as informações que se qualificam como conselhos ou recomendações.

O Tribunal de Apelação da Colúmbia Britânica indicou que & ldquoadvice & rdquo:

& hellips deve ser interpretado como incluindo uma opinião que envolve o exercício de julgamento e habilidade para pesar a importância de questões de fato sobre as quais um órgão público deve tomar uma decisão para ação futura. Colégio de médicos de B.C. v. British Columbia (Comissário de Informação e Privacidade) 2002 BCCA 665 em 113.)

Embora a seção 13 (1) possa ser aplicada nas circunstâncias descritas pelo Tribunal de Apelação, os órgãos públicos são lembrados de que o material factual não pode ser negado de acordo com a seção 13 (1).

Nota de interpretação 4 (Seção 13 (2) (b)):

Uma & quot pesquisa de opinião pública & quot é uma pesquisa que coleta as opiniões de uma amostra do público sobre questões e que geralmente contém análises estatísticas sobre os resultados dessa pesquisa. O objetivo de tais pesquisas geralmente é extrapolar as informações para que haja uma indicação da opinião de um segmento mais amplo da população.

Exemplo

Uma pesquisa encomendada por um órgão público para averiguar as opiniões do público a respeito de uma nova barragem proposta é uma pesquisa de opinião pública e não pode ser interrompida de acordo com a seção 13 (1). No entanto, outras exceções podem ser aplicadas.

A pesquisa de opinião pública pode incluir fatos, metodologia, dados, análises, descobertas e conclusões. Isso faria parte da votação e não poderia ser negado de acordo com a seção 13 (1). Outras exceções podem ser aplicadas às informações da votação.

A seguir estão outros exemplos de registros que podem ser considerados dentro da definição de & quots enquetes de opinião pública & quot:

"Pesquisas de pesquisas comerciais e de consumidores" inclui pesquisas de consumidores, produtores ou operadores comerciais com o objetivo de melhorar as oportunidades de mercado e os serviços ao consumidor e ao cliente.

& quotRelatórios de grupos de discussão de opinião pública & quot são os relatórios de discussões guiadas sobre um tópico de interesse do público. As discussões acontecem entre um grupo restrito de participantes selecionados de acordo com critérios metodológicos pré-determinados. Os grupos são orientados por um moderador de acordo com um guia desenvolvido para a ocasião. Os resultados não podem ser extrapolados para um segmento mais amplo da população.

& quotRelatórios do Consumidor e do Grupo de Foco Comercial & quot são os relatórios de discussões guiadas sobre um tema que servem ao propósito de melhorar as oportunidades de mercado e / ou serviços ao consumidor e cliente. As discussões acontecem entre um grupo restrito de participantes selecionados de acordo com critérios metodológicos pré-determinados. Os grupos são orientados por um moderador de acordo com um guia desenvolvido para a ocasião. Os resultados não podem ser extrapolados para um segmento mais amplo da população.

Nota de interpretação 5 (Seção 13 (2) (c)):

"Levantamento Estatístico" refere-se a um estudo específico de uma condição, situação ou programa, por meio de coleta e análise de dados.

Exemplos

Um município pesquisa anualmente seus residentes para determinar seu nível de satisfação com o tipo e a qualidade dos serviços prestados pelo município. Ele usa esses dados para tomar decisões orçamentárias e para planejamento de longo prazo. Os resultados da pesquisa não podem ser omitidos de acordo com a seção 13 (1), no entanto, qualquer informação que revele conselhos ou recomendações com base nos resultados pode ser omitida.

Um órgão público produz uma pesquisa estatística que analisa as taxas de mortalidade em acidentes automobilísticos na área da Grande Vancouver por um período de tempo específico. O aconselhamento, com base nos resultados da pesquisa, é encaminhado ao órgão público e à sede da empresa. A metodologia e os dados da pesquisa, as perguntas e a análise da pesquisa não poderiam ser omitidas nos termos da seção 13 (1) e seriam divulgadas, a menos que outra exceção se aplique

A pesquisa estatística pode incluir fatos, metodologia, dados, análises, descobertas e conclusões. Estes fariam parte da pesquisa e não poderiam ser omitidos de acordo com a seção 13 (1). Outras exceções podem ser aplicadas aos resultados da pesquisa.

Nota de interpretação 6 (Seção 13 (2) (d)):

& quot Avaliar & quot significa estimar o valor ou a qualidade de para definir um preço para o valor.

& quotAvaliação & quot é o ato, ou uma instância, de avaliar [OED].

No contexto desta Lei, uma avaliação incluiria um relatório ou outro registro da avaliação.

Exemplos

O laudo de avaliação sobre o valor de um sistema de computador de propriedade de um órgão público não pode ser retido nos termos da seção 13 (1).

O laudo de avaliação elaborado para um órgão público por um consultor privado para avaliar suas participações imobiliárias não pode ser retido nos termos da seção 13 (1).

A avaliação pode incluir fatos, metodologia de avaliação, dados, análises, descobertas e conclusões. Isso faria parte da avaliação e não poderia ser negado de acordo com a seção 13 (1). Outras exceções podem ser aplicadas às avaliações.

Nota de interpretação 7 (Seção 13 (2) (f)):

No contexto desta Lei, uma & quot e previsão econômica & quot é um relatório ou outro registro que prevê tendências na economia.

Exemplos

Um ministério encomendou um relatório para avaliar como um grande evento afetaria a economia da Colúmbia Britânica. O relatório não pode ser retido de acordo com a seção 13 (1).

Um órgão público contratou um consultor para desenvolver uma previsão econômica das taxas de crescimento da população e da indústria. A previsão econômica não pode ser retida sob
seção 13 (1).

A previsão econômica pode incluir fatos, metodologia de avaliação, dados, análises, descobertas e conclusões. Isso faria parte da previsão econômica e não poderia ser omitido de acordo com a seção 13 (1). Outras exceções podem ser aplicadas às previsões econômicas.

Nota de interpretação 8 (Seção 13 (2) (f)):

"Ambiental" refere-se ao ambiente físico e às condições, especialmente aquelas que afetam as condições de vida das pessoas ou as circunstâncias das condições externas de vida que afetam o crescimento de plantas e animais [OED].

"Impacto" significa um efeito ou influência [OED].

"Declaração" significa algo que declara uma declaração, um relato formal dos fatos [OED].

As declarações de impacto ambiental contêm avaliações técnicas, baseadas em constatações e conclusões factuais, respeitando as consequências sociais, culturais, econômicas e ambientais de projetos ou atividades como edifícios, rodovias, mineração e extração de madeira.

Uma & quot declaração de impacto ambiental & quot geralmente contém avaliações técnicas, com base em resultados e conclusões factuais, respeitando os efeitos sociais, culturais, econômicos e ambientais, influências ou consequências de projetos ou atividades específicas, como edifícios, rodovias, construção, mineração e colheita de madeira. Informações semelhantes a uma declaração de impacto ambiental também se enquadrariam na seção 13 (2) (f).

Exemplos

Uma declaração de impacto ambiental foi preparada em uma mina de cobre proposta. A declaração incluiu alguns conselhos e recomendações preliminares. Um segundo resumo separado da declaração foi criado, incluindo conselhos e recomendações preparadas para o ministério sobre como gerenciar as consequências ambientais do projeto, caso receba aprovação. O conselho ou recomendações no documento de resumo podem ser omitidos de acordo com a seção 13 (1). O restante dos registros, incluindo o conselho preliminar e as recomendações contidas na declaração de impacto ambiental, devem ser liberados, a menos que outra exceção se aplique.

Uma nota informativa preparada para um ministro contém um parágrafo que descreve as consequências ambientais da aprovação de um aterro de lixo tóxico no interior da província. O parágrafo contém informações semelhantes a uma declaração de impacto ambiental em conteúdo e substância, mas não na forma. O conselho ou recomendações podem ser omitidos de acordo com a seção 13 (1), mas o restante do registro deve ser liberado, a menos que outra exceção se aplique.

A declaração de impacto ambiental pode incluir fatos, metodologia, dados, análises, descobertas e conclusões. Isso faria parte da declaração de impacto ambiental e não poderia ser omitido de acordo com a seção 13 (1). Outras exceções podem ser aplicadas à declaração de impacto ambiental.

Nota de interpretação 9 (Seção 13 (2) (g)):

& quotFinal & quot significa conclusivo, decisivo, inalterável, pondo fim à dúvida [OED].

O “relatório final” seria o relatório conclusivo ou decisivo.

Um relatório final pode ser gerado internamente pelo órgão público ou por uma parte externa do órgão público.

& quotAudit & quot inclui uma investigação oficial de contas ou outros assuntos relativos ao desempenho ou eficiência de um órgão público, ou qualquer um de seus programas ou políticas.

"Auditoria final" inclui o relatório conclusivo ou decisivo de uma investigação oficial de contas ou outros assuntos relativos ao desempenho ou eficiência de um órgão público, ou qualquer um de seus programas ou políticas. Isso inclui um resumo executivo associado, relatório de gestão, carta de gestão ou política e outros documentos de apoio. Uma auditoria final não se refere ao processo de auditoria.

Uma auditoria final pode ser gerada internamente pelo órgão público ou por uma parte externa do órgão público.

Em alguns casos, um órgão público não pode confirmar que um relatório de auditoria é, ou pretende ser, a cópia final acabada. Nesses casos, se nenhum relatório de auditoria adicional for divulgado, o órgão público deve considerar se a minuta final é a auditoria final para os fins da seção 13 (2) (g).

Exemplo

Se um arquivo contiver apenas um relatório de auditoria preliminar no momento da solicitação do requerente e as circunstâncias indicarem que o auditor apresentará um relatório de auditoria final, o relatório de auditoria preliminar não é um relatório de & quotfinal auditoria & quot nos termos da seção 13 (2) (g) .

Em outro caso, pode ter havido fundos ou recursos insuficientes para concluir a auditoria e o projeto existente continha conclusões preliminares que ainda não haviam sido verificadas ou confirmadas pelo auditor. Nessas circunstâncias, a auditoria não é "final" ou conclusiva para os fins da seção 13 (2) (g).

O contexto será importante para fazer essa determinação.

"Desempenho ou eficiência" refere-se à gestão, administração, operações, conduta, funcionamento ou eficácia do órgão público, seus programas ou políticas. Esta frase refere-se à administração de finanças, ativos e pessoal e à prestação de serviços do órgão público. Também se refere à eficácia dos programas e políticas do órgão público na realização dessas tarefas.

& ldquoDesempenho ou eficiência de um órgão público & rdquo significa o desempenho ou eficiência de um órgão público como um todo.

Programas & ldquoProgram & rdquo, no contexto desta seção, não se referem a programas de computador.

& ldquoDesempenho ou eficiência de programas de um órgão público & rsquos & rdquo significa o desempenho ou eficiência de um programa como um todo, e não o desempenho ou eficiência de uma atividade dentro do programa.

& ldquoDesempenho ou eficiência de um órgão público & rsquos políticas & rdquo significa o desempenho ou eficiência de uma política do órgão público.

O relatório final ou auditoria final pode incluir fatos, metodologia, dados, análises, descobertas e conclusões. Eles fariam parte do relatório final ou da auditoria final e não poderiam ser omitidos de acordo com a seção 13 (1). Outras exceções podem ser aplicadas aos relatórios finais ou auditorias finais.

Nota de interpretação 10 (Seção 13 (2) (h)):

& quotConsumidor & quot significa o comprador de bens ou serviços [OED].

Um & quot relatório de teste do consumidor & quot é um relatório de pesquisa das necessidades dos consumidores em relação a bens ou serviços específicos, ou que examina a qualidade, segurança, operação ou entrega desses bens e serviços.

Exemplos

  • Um relatório de testes de uma amostra de população e uso de um novo serviço online fornecido por um órgão público
  • Um relatório de testes de produtos infantis

Um & ldquoreport de um teste realizado em um produto para testar o equipamento de um órgão público & rdquo refere-se ao relatório de teste em produtos que testam um equipamento de um órgão público.

Exemplo

Um órgão público conduz verificações regulares da água potável usando determinados equipamentos para garantir que ela atenda aos padrões de consumo humano. O órgão público também emite um relatório sobre os testes que realiza neste equipamento para verificar se está funcionando adequadamente. Este relatório não pode ser negado nos termos da seção 13 (1).

Os relatórios abrangidos pela seção 13 (2) (h) podem incluir fatos, metodologia, dados, análises, descobertas e conclusões. Isso faria parte do relatório e não poderia ser omitido de acordo com a seção 13 (1).

No entanto, registros de testes que não fazem parte de um relatório não seriam cobertos pela seção 13 (2) (h). Outras exceções podem ser aplicadas a relatórios de teste de consumidor ou relatório de teste realizado em um produto para testar o equipamento de um órgão público.

Nota de interpretação 11 (Seção 13 (2) (i)):

Um & quot estudo de viabilidade & quot é um estudo da praticabilidade de um projeto proposto [OED] e pode incluir uma estimativa de custo.

Um “estudo técnico” é um estudo envolvendo ou relacionado com as artes mecânicas e ciências aplicadas ou relacionadas a um ofício ou assunto específico ou suas técnicas [OED]. Um estudo técnico pode envolver a aplicação de alguma forma de conhecimento especializado a um assunto (por exemplo, quando um engenheiro estuda um plano para construir uma estrada em um determinado local) e pode incluir uma estimativa de custo.

& quot Estimativa de custo & quot significa uma estimativa de um custo que se relaciona de alguma forma com uma política ou projeto do órgão público.

& quotPolítica & quot

Exemplo

Um estudo do órgão público sobre se é viável ou tecnicamente possível construir uma nova rodovia na província não poderia ser negado sob a subseção 13 (1). Todo o estudo, incluindo estimativas de custo, seria divulgado, a menos que outra exceção se aplique.

Os relatórios abrangidos pela seção 13 (2) (j) podem incluir fatos, metodologia, dados, análises, descobertas e conclusões. Isso faria parte do relatório e não poderia ser omitido de acordo com a seção 13 (1). Outras exceções podem ser aplicadas a estudos de viabilidade ou técnicos.

Nota de interpretação 12 (Seção 13 (2) (j)):

& quot Pesquisa de campo & quot significa pesquisa realizada fora do ambiente normal de escritório, mas não inclui pesquisa em biblioteca. Para os fins deste parágrafo, a pesquisa de campo deve ter sido realizada (conduzida, tentada, realizada) antes da formulação de uma proposta de política.

& quot Proposta de política & quot A fim de determinar o que constitui uma & quotproposta de política & quot, todos os fatos e circunstâncias que cercam o caso terão que ser examinados. Uma proposta de política não precisa estar contida em um documento formal de política (como uma nota informativa).

Exemplo

Um ministério realiza pesquisas de campo sobre o padrão de tráfego em uma interseção de rodovia específica. Os resultados são compilados em um relatório. Algum tempo depois, uma carta é enviada do Diretor de um ramo do Ministério ao seu Vice-Ministro Adjunto, propondo a necessidade de uma mudança de política, com base nos resultados do relatório

O relatório não pode ser retido sob a seção 13 (1) e seria divulgado, a menos que outra exceção se aplique. A Seção 13 (1) pode ser aplicada à parte de recomendação ou outras partes (ou seja, informações que revelam conselhos) da carta do Diretor ao Vice-Ministro Adjunto que recomenda uma mudança de política, com base no relatório.

Os relatórios abrangidos pela seção 13 (2) (j) podem incluir fatos, metodologia, dados, análises, descobertas e conclusões. Isso faria parte do relatório e não poderia ser omitido de acordo com a seção 13 (1). Outras exceções podem ser aplicadas aos relatórios sobre os resultados da pesquisa de campo.

Nota de interpretação 13 (Seção 13 (2) (k)):

& quot Força-tarefa & quot significa uma unidade especialmente estabelecida e organizada para completar uma tarefa definida.

Exemplos

Uma força-tarefa nomeada pelo governo para estudar e relatar o crime organizado.

Uma força-tarefa nomeada pelo Procurador-Geral para estudar e denunciar adolescentes como perpetradores de crimes violentos.

Um conselho escolar estabelece um comitê de professores, administradores e pais para revisar um programa curricular, comentar se o programa cumpre seus objetivos declarados e recomendar mudanças.

"Órgão semelhante" significa qualquer grupo que seja semelhante em forma ou função a uma força-tarefa, comitê ou conselho.

Exemplo

Os funcionários de uma comissão de marketing de produtos agrícolas (um órgão público) são solicitados a estudar e relatar o potencial de mercado de um novo produto. Nenhum nome formal ou título é atribuído ao grupo, mas é semelhante a forças-tarefa, comitês ou conselhos e foi estabelecido para considerar um assunto para um órgão público.

Os relatórios abrangidos pela seção 13 (2) (k) podem incluir fatos, metodologia, dados, análises, descobertas e conclusões. Isso faria parte do relatório e não poderia ser omitido de acordo com a seção 13 (1).

No entanto, os registros da força-tarefa, comitê, conselho ou órgão semelhante que não fazem parte de um relatório não seriam cobertos pela seção 13 (2) (h). Outras exceções podem ser aplicadas aos relatórios de forças-tarefa, comitês, conselhos ou órgãos semelhantes.

Nota de interpretação 14 (Seção 13 (2) (l)):

1) Existe um plano ou proposta para estabelecer um novo ou programa, ou para mudar um programa e

2) O plano ou proposta foi aprovado ou rejeitado pelo chefe do órgão público.

"Plano" significa um método formulado e especialmente detalhado pelo qual uma coisa deve ser feita, um projeto ou esquema, uma intenção ou procedimento proposto [OED].

Programas & quotPrograma & quot, no contexto desta seção, não se referem a programas de computador.

A Seção 13 (2) (l) não se aplica a planos ou propostas durante o processo deliberativo, mas apenas aos planos ou propostas & quot aprovados ou rejeitados pelo chefe do órgão público & quot. Isso significa que o plano ou proposta foi: a) aprovado ou rejeitado eb) apenas pelo titular do órgão público.

Exemplo

Um plano aprovado pelo Presidente do Workers & # 39 Compensation Board (o chefe de um órgão público) para introduzir um novo programa de prestação de serviços para trabalhadores feridos.

Um rascunho de papel para discussão não pode ser razoavelmente interpretado como um plano ou uma proposta. Além disso, um plano ou proposta aprovada por outra pessoa que não o chefe do órgão público não está abrangida por esta disposição. Outras exceções podem ser aplicadas ao plano ou proposta.

Nota de interpretação 15 (Seção 13 (2) (m)):

A frase & quot que o chefe do órgão público citou publicamente & quot significa que o chefe deve ter citado (por exemplo, referido, citado, mencionado, parafraseado ou explicado o significado de) as informações de maneira pública. A determinação do que foi citado publicamente deve ser feita a partir do exame de todos os fatos e circunstâncias do caso. Esta disposição não se aplica quando alguém que não seja o chefe do órgão público tenha citado as informações publicamente.

& quotFormular & quot significa expressar de forma clara e precisa [OED].

A frase & quot como base para tomar uma decisão ou formular uma política & quot significa que o chefe deve ter citado publicamente as informações como base para tomar qualquer uma de suas decisões como chefe do órgão público ou como base para formular uma política do organismo público. Esta disposição não se aplica quando alguém que não seja o chefe do órgão público tenha tomado uma decisão ou formulado uma política. Outras exceções podem ser aplicadas a parte ou a todas as informações.

Exemplo

O chefe de um órgão público escreve a um editor de jornal e se refere a informações em um estudo confidencial conduzido por um consultor como base para a adoção do chefe de uma política polêmica para o órgão público.

Nota de interpretação 16 (Seção 13 (2) (n)):

Decisão, incluindo razões

"Decisão" neste parágrafo significa um julgamento formal, incluindo as razões que foram utilizadas para chegar a esse julgamento. A decisão deve, de alguma forma, afetar os direitos do requerente e ser tomada no exercício de um poder discricionário ou de uma função jurisdicional.

É feito no exercício de um poder discricionário ou função adjudicativa

& quot Um poder discricionário & quot é concedido por estatuto ao nível administrativo do governo. Existe um poder discricionário quando, dadas certas circunstâncias factuais, a autoridade administrativa é livre para tomar uma decisão particular e pode escolher entre várias decisões, em outras palavras, quando sua conduta não é ditada antecipadamente por lei [Dussault e Borgeat, Direito Administrativo, 2ª ed.].

"Função de julgamento" significa quando um tribunal administrativo, conselho ou outro órgão ou indivíduo não judicial tem uma função conferida por estatuto, com poder de ouvir e decidir sobre questões que envolvem os direitos de pessoas ou organizações.

& quot Isso afeta os direitos do requerente & quot significa que a decisão deve, de alguma forma, afetar os direitos do requerente.

Exemplo

O Conselho de Recursos Ambientais exerce uma função jurisdicional de acordo com vários estatutos. Quando a Diretoria emite uma decisão por escrito ao abrigo de um desses estatutos, um órgão público não pode aplicar a seção 13 (1) para reter a decisão quando ela afeta os direitos do requerente.

A Seção 13 (2) (n) não se aplica a todos os registros que se relacionam de alguma forma com o exercício de um poder discricionário ou uma função adjudicativa, mas apenas com a decisão ou razões para tal. Outras exceções podem ser aplicadas a parte ou a todas as informações.

Nota de interpretação 17 (Seção 13 (3)):

A seção 13 (3) estabelece que qualquer informação contida em um registro que já exista por 10 ou mais anos não pode ser retida de acordo com a seção 13 (1).

Dez anos é um período de tempo que começa em um mês e dia e termina em um mês e dia correspondentes 10 anos depois. Consulte Cálculo de tempo para obter mais explicações. A idade de um registro pode ser determinada pela data do registro ou, se o registro não for datado, por meio do contexto, por exemplo, examinando outros registros datados anexados ou próximos a ele. Outras exceções podem ser aplicadas às informações.


13.1 Guardiões da Constituição e dos Direitos Individuais

De acordo com os Artigos da Confederação, não havia judiciário nacional. A Constituição dos EUA mudou isso, mas seu Artigo III, que trata do "poder judicial dos Estados Unidos", é o mais curto e o menos detalhado dos três artigos que criaram os ramos do governo. Ele pede a criação de "um Supremo Tribunal" e estabelece a jurisdição do Tribunal, ou sua autoridade para ouvir casos e tomar decisões sobre eles, e os tipos de casos que o Tribunal pode ouvir. Ele distingue quais são questões de jurisdição original e quais são para jurisdição de recurso. Na jurisdição original, um caso é ouvido pela primeira vez, enquanto na jurisdição de recurso, um tribunal ouve um caso em recurso de um tribunal inferior e pode alterar a decisão do tribunal inferior. A Constituição também limita a jurisdição original da Suprema Corte aos raros casos de disputas entre estados ou entre os Estados Unidos e embaixadores ou ministros estrangeiros. Portanto, em sua maior parte, o Supremo Tribunal é um tribunal de apelação, operando sob jurisdição de apelação e ouvindo recursos de instâncias inferiores. O resto do desenvolvimento do sistema judicial e a criação dos tribunais inferiores foram deixados nas mãos do Congresso.

Para adicionar mais explicações ao Artigo III, Alexander Hamilton escreveu detalhes sobre o judiciário federal em Federalista No. 78. Ao explicar a importância de um judiciário independente separado dos outros ramos do governo, ele disse que a “interpretação” é um papel fundamental dos tribunais, pois buscam proteger as pessoas de leis injustas. Mas ele também acreditava que "o Departamento Judiciário" seria "sempre o menos perigoso" porque "sem influência sobre a espada ou a bolsa", "não tinha força nem vontade, mas apenas julgamento". Os tribunais apenas tomariam decisões, não tomariam medidas. Sem nenhum controle sobre como essas decisões seriam implementadas e nenhum poder para fazer cumprir suas escolhas, eles poderiam exercer apenas o julgamento, e seu poder começaria e terminaria aí. Hamilton, sem dúvida, ficaria surpreso com o que o judiciário se tornou: um componente-chave da democracia constitucional da nação, encontrando seu lugar como o principal intérprete da Constituição e igual aos outros dois ramos, embora ainda controlado e equilibrado por eles.

A primeira sessão do primeiro Congresso dos EUA estabeleceu a estrutura para o sistema judicial federal de hoje, estabelecido na Lei do Judiciário de 1789. Embora as mudanças legislativas ao longo dos anos o tenham alterado, a estrutura básica do Poder Judiciário permanece como foi definida no início: No nível mais baixo estão os tribunais distritais, onde casos federais são julgados, testemunhas testemunham e evidências e argumentos são apresentados. Uma parte perdedora que está insatisfeita com uma decisão do tribunal distrital pode apelar para os tribunais de circuito, ou tribunais de apelação dos EUA, onde a decisão do tribunal inferior é revisada. Além disso, é possível apelar para a Suprema Corte dos Estados Unidos, mas das milhares de petições de apelação, a Suprema Corte normalmente ouvirá menos de cem por ano. 3

Link para aprendizagem

Este site público mantido pelo Escritório Administrativo dos Tribunais dos Estados Unidos fornece informações detalhadas do e sobre o Poder Judiciário.

ORIGENS HUMILDES

Começando em Nova York em 1790, a primeira Suprema Corte se concentrou em estabelecer suas regras e procedimentos e talvez tentar conquistar seu lugar como o terceiro braço do novo governo. No entanto, dada a dificuldade de fazer com que todos os juízes comparecessem, e sem nenhuma casa permanente ou construção própria por décadas, encontrar o seu lugar nos primeiros dias provou ser uma tarefa monumental. Mesmo quando o governo federal mudou-se para a capital do país em 1800, o Tribunal teve que dividir espaço com o Congresso no edifício do Capitólio. Em última análise, isso significava que "a alta bancada se infiltrou em uma sala de comitê indigna no Capitólio sob a Câmara da Câmara". 4

Não foi até o 146º ano de funcionamento do Tribunal que o Congresso, a pedido do Chefe de Justiça - e ex-presidente - William Howard Taft, forneceu a designação e financiamento para o próprio edifício do Supremo Tribunal, "em uma escala de acordo com a importância e dignidade do Tribunal e do Judiciário como um ramo co-igual e independente do governo federal. ” 5 Foi um movimento simbólico que reconheceu o papel crescente do Tribunal como uma parte significativa do governo nacional (Figura 13.2).

Mas o Tribunal demorou anos a chegar a esse ponto e enfrentou vários contratempos no caminho para tal reconhecimento. Em seu primeiro caso de significância, Chisholm v. Geórgia (1793), os juízes decidiram que os tribunais federais poderiam ouvir casos iniciados por um cidadão de um estado contra um cidadão de outro estado, e que o Artigo III, Seção 2, da Constituição não protegeu os estados de enfrentar tal ação interestadual . 6 No entanto, sua decisão foi quase imediatamente anulada pela Décima Primeira Emenda, aprovada pelo Congresso em 1794 e ratificada pelos estados em 1795. Ao proteger os estados, a Décima Primeira Emenda proibiu os tribunais ao declarar: “O poder judicial do Os Estados Unidos não devem ser interpretados no sentido de se estender a qualquer ação judicial ou equidade, iniciada ou processada contra um dos Estados Unidos por cidadãos de outro estado, ou por cidadãos ou súditos de qualquer Estado estrangeiro. ” Foi uma indicação inicial de que o Congresso tinha o poder de alterar a jurisdição dos tribunais conforme julgasse adequado e estivesse pronto para usá-la.

Em uma atmosfera de fraqueza percebida, o primeiro presidente do tribunal, John Jay, autor de O Artigos Federalistas e nomeado pelo presidente George Washington, renunciou ao cargo para se tornar governador de Nova York e mais tarde recusou a oferta do presidente John Adams de um mandato subsequente. 7 Na verdade, o Tribunal poderia ter permanecido em um estado que Hamilton chamou de “fraqueza natural” se não fosse pelo homem que preencheu a vaga que Jay recusou - o quarto presidente do tribunal, John Marshall. Muitas vezes creditado por definir o tribunal moderno, esclarecendo seu poder e fortalecendo seu papel, Marshall serviu no cargo de chefe por 34 anos. Um caso marcante durante sua gestão mudou o curso da história do Poder Judiciário (Figura 13.3). 8

Em 1803, a Suprema Corte declarou para si o poder de revisão judicial, um poder ao qual Hamilton havia se referido, mas que não é expressamente mencionado na Constituição.A revisão judicial é o poder dos tribunais, como parte do sistema de freios e contrapesos, de examinar as ações tomadas por outros poderes do governo e dos estados e determinar se são constitucionais. Se os tribunais decidirem que uma ação é inconstitucional, ela se torna nula e sem efeito. A revisão judicial foi estabelecida no caso do Supremo Tribunal Marbury v. Madison , quando, pela primeira vez, o Tribunal declarou inconstitucional um ato do Congresso. 9 Exercer esse poder é um papel que Marshall definiu como a “própria essência do dever judicial” e continua até hoje como um dos aspectos mais significativos do poder judicial. A revisão judicial está no cerne da capacidade do tribunal de verificar os outros ramos do governo - e os estados.

Desde Marbury, o poder de revisão judicial tem se expandido continuamente, e a Corte não apenas declarou as ações do Congresso e do presidente como inconstitucionais, mas também estendeu seu poder para incluir a revisão de ações estaduais e locais. O poder de revisão judicial não se limita ao Supremo Tribunal Federal, mas também é exercido pelos tribunais federais inferiores e até mesmo pelos tribunais estaduais. Qualquer ação legislativa ou executiva em nível federal ou estadual inconsistente com a Constituição dos EUA ou uma constituição estadual pode estar sujeita a revisão judicial. 10

Marco histórico

Marbury v. Madison (1803)

A Suprema Corte se viu no meio de uma disputa entre a administração presidencial de saída de John Adams e a do presidente entrante (e membro do partido da oposição) Thomas Jefferson. Foi uma circunstância interessante na época, principalmente porque Jefferson e o homem que decidiria o caso - John Marshall - eram rivais políticos.

O presidente Adams indicou William Marbury para um cargo em Washington, DC, mas sua comissão não foi entregue antes de Adams deixar o cargo. Portanto, Marbury solicitou à Suprema Corte que usasse seu poder de acordo com a Lei do Judiciário de 1789 e emitisse um mandado de segurança para forçar o secretário de Estado do novo presidente, James Madison, a entregar os documentos da comissão. Foi uma tarefa que Madison se recusou a fazer. Um Tribunal unânime sob a liderança do Chefe de Justiça John Marshall decidiu que, embora Marbury tivesse direito ao trabalho, o Tribunal não tinha o poder de emitir o mandado e ordenar que Madison entregasse os documentos, porque a disposição do Ato Judiciário que havia dado o Tribunal que o poder era inconstitucional. 11

Talvez Marshall temesse um confronto com a administração de Jefferson e pensasse que Madison recusaria sua diretiva de qualquer maneira. Em qualquer caso, sua decisão mostra um contraste interessante no Tribunal anterior. Por um lado, recusou humildemente um poder - emitindo um mandado de segurança - dado a ele pelo Congresso, mas, por outro, lançou as bases para legitimar um muito mais importante - a revisão judicial. Marbury nunca obteve sua comissão, mas a decisão do Tribunal no caso tornou-se mais significativa pelo precedente que estabeleceu: como a primeira vez que o Tribunal declarou um ato do Congresso inconstitucional, estabeleceu o poder de revisão judicial, um poder chave que permite o Poder Judiciário permanecer um poderoso controle sobre os outros ramos do governo.

Considere a dupla natureza da opinião de John Marshall em Marbury v. Madison: Por um lado, limita o poder dos tribunais, mas, por outro, também ampliou seu poder. Explique os diferentes aspectos da decisão em termos desses resultados contrastantes.

OS TRIBUNAIS E A POLÍTICA PÚBLICA

Mesmo com a revisão judicial em vigor, os tribunais nem sempre estão prontos apenas para rejeitar as ações dos outros poderes do governo. De forma mais ampla, como disse Marshall, "é enfaticamente a província e o dever do departamento judicial dizer o que é a lei". 12 Os Estados Unidos têm um sistema de common law em que o direito é amplamente desenvolvido por meio de decisões judiciais vinculativas. Com raízes na Inglaterra medieval, o sistema foi herdado pelas colônias americanas junto com muitas outras tradições britânicas. 13 Contrasta com os sistemas de code law, que fornecem leis muito detalhadas e abrangentes que não deixam espaço para muita interpretação e tomada de decisão judicial. Com a legislação em vigor, como em muitas nações do mundo, é função dos juízes simplesmente aplicar a lei. Mas sob a lei comum, como nos Estados Unidos, eles o interpretam. Freqüentemente referido como um sistema de lei feita por juízes, o direito consuetudinário oferece a oportunidade para o poder judiciário ter um envolvimento mais forte no próprio processo legislativo, em grande parte por meio de sua decisão e interpretação caso a caso.

Em seu papel como formuladores de políticas, o Congresso e o presidente tendem a considerar amplas questões de política pública e seus custos e benefícios. Mas os tribunais consideram casos específicos com questões mais restritas, permitindo assim que eles se concentrem mais do que outras instituições governamentais no contexto exato dos indivíduos, grupos ou questões afetadas pela decisão. Isso significa que, embora o legislativo possa formular políticas por meio de estatutos, e o executivo possa formá-las por meio de regulamentos e administração, o poder judiciário também pode influenciar a política por meio de suas decisões e interpretações. À medida que os casos são levados aos tribunais, as decisões dos tribunais podem ajudar a moldar a política.

Considere os cuidados de saúde, por exemplo. Em 2010, o presidente Barack Obama sancionou a Lei de Proteção ao Paciente e Cuidados Acessíveis (ACA), um estatuto que trouxe mudanças significativas ao sistema de saúde do país. Com seu objetivo de fornecer seguro de saúde e assistência médica mais amplamente acessíveis e acessíveis, o “Obamacare” foi saudado por alguns, mas amplamente denunciado por outros como uma política ruim. Pessoas que se opunham à lei e entendiam que uma revogação do Congresso não aconteceria tão cedo procuraram a ajuda dos tribunais. Eles desafiaram a constitucionalidade da lei em Federação Nacional de Empresas Independentes v. Sebelius , esperando que a Suprema Corte o anule. 14 A prática da revisão judicial permitiu que os críticos da lei exercessem essa oportunidade, embora suas esperanças tenham sido frustradas quando, por uma margem estreita de 5–4, a Suprema Corte confirmou a lei de saúde como uma extensão constitucional do poder tributário do Congresso.

Desde esta decisão de 2012, a ACA continuou a enfrentar desafios, os mais notáveis ​​dos quais também foram decididos por decisões judiciais. Enfrentou um retrocesso em 2014, por exemplo, quando o Supremo Tribunal Federal decidiu em Burwell v. Hobby Lobby que, por razões religiosas, algumas empresas com fins lucrativos poderiam ser isentas da exigência de que os empregadores forneçam cobertura de seguro de anticoncepcionais para suas funcionárias. 15 Mas a ACA também obteve uma vitória em Rei v. Burwell , quando o Tribunal confirmou a capacidade do governo federal de conceder créditos fiscais para pessoas que compraram seu seguro saúde por meio de uma bolsa criada por lei. 16

Com cada caso que a ACA decidiu, a Suprema Corte atuou como árbitro, defendendo a lei e algumas de suas disposições, por um lado, mas julgando alguns aspectos dela inconstitucionais, por outro. Tanto os defensores quanto os oponentes da lei reivindicaram a vitória e enfrentaram a derrota. Em cada caso, o Supremo Tribunal Federal definiu e aperfeiçoou a lei aprovada pelo Congresso e pelo presidente, determinando quais partes permanecem e quais partes vão, tendo assim uma palavra a dizer sobre a forma como o ato se manifestou, como funciona, e a forma como atende ao seu propósito público.

Nessa mesma linha, os tribunais se tornaram os principais intérpretes da Constituição dos Estados Unidos, continuamente interpretando-a e aplicando-a aos tempos e circunstâncias modernos. Por exemplo, foi em 2015 que descobrimos que a ameaça de um homem de matar sua ex-mulher, escrita em letras de rap e postada em seu mural do Facebook, não era uma ameaça real e, portanto, não poderia ser processada como um crime sob a lei federal. Certamente, quando a Declaração de Direitos declarou pela primeira vez que o governo não poderia restringir a liberdade de expressão, seus criadores nunca poderiam ter imaginado o Facebook - ou qualquer outra tecnologia moderna para esse assunto.

Mas a liberdade de expressão, assim como muitos conceitos constitucionais, passou a significar coisas diferentes para diferentes gerações, e foram os tribunais que projetaram as lentes pelas quais entendemos a Constituição nos tempos modernos. Costuma-se dizer que a Constituição muda menos por meio de emendas e mais pela forma como é interpretada. Em vez de acumular poeira em uma prateleira, o documento de quase 230 anos veio conosco para a era moderna, e a prática aceita de revisão judicial ajudou a carregá-lo ao longo do caminho.

TRIBUNAIS COMO ÚLTIMO RECURSO

Embora a Suprema Corte dos Estados Unidos e as supremas cortes estaduais exerçam poder sobre muitos ao revisar leis ou declarar atos de outros ramos inconstitucionais, eles se tornam particularmente importantes quando um indivíduo ou grupo chega diante deles acreditando que houve um erro. Um cidadão ou grupo que se sente maltratado pode se aproximar de uma variedade de locais institucionais no sistema dos EUA para obter assistência na mudança de política ou em busca de apoio. Organizar protestos, angariar apoio de grupos de interesse especial e alterar leis por meio dos poderes legislativo e executivo são possíveis, mas é mais provável que um indivíduo encontre os tribunais especialmente adequados para analisar as particularidades de seu caso.

O sistema judicial contraditório vem da tradição do common law: em um processo judicial, é uma parte contra a outra, e cabe a uma pessoa ou grupo imparcial, como o juiz ou júri, determinar qual parte prevalece. O sistema de tribunais federais é mais frequentemente acionado quando um caso toca em direitos constitucionais. Por exemplo, quando Samantha Elauf, uma mulher muçulmana, teve seu emprego negado para a varejista de roupas Abercrombie & amp Fitch porque um lenço de cabeça que ela usa como prática religiosa violou o código de vestimenta da empresa, a Suprema Corte decidiu que seus direitos da Primeira Emenda foram violados, tornando possível para ela processar a loja por danos monetários.

Elauf se candidatou a um emprego de vendas da Abercrombie em Oklahoma em 2008. Seu entrevistador a recomendou com base em suas qualificações, mas ela nunca conseguiu o emprego porque o varejista de roupas queria evitar ter que acomodar sua prática religiosa de usar lenço na cabeça, ou hijab. Ao fazê-lo, o Tribunal decidiu que a Abercrombie violou o Título VII da Lei dos Direitos Civis de 1964, que proíbe os empregadores de discriminar com base na raça, cor, religião, sexo ou origem nacional e exige que acomodem práticas religiosas. 18

Decisões como essa se tornaram particularmente importantes para membros de grupos religiosos minoritários, incluindo muçulmanos, sikhs e judeus, que agora se sentem mais protegidos da discriminação no emprego com base em seus trajes religiosos, coberturas para a cabeça ou barbas. 19 Tais decisões ilustram como a expansão dos direitos e liberdades individuais para determinadas pessoas ou grupos ao longo dos anos ocorreu em grande parte como resultado de decisões judiciais feitas para indivíduos em uma base caso a caso.

Embora os Estados Unidos se orgulhem da declaração da Declaração da Independência de que "todos os homens são criados iguais" e "igual proteção das leis" é um princípio constitucional escrito da Décima Quarta Emenda, a realidade é menos do que perfeita. Mas está evoluindo. Os tempos de mudança e a tecnologia alteraram e continuarão a alterar a forma como os direitos constitucionais fundamentais são definidos e aplicados, e os tribunais têm-se revelado cruciais nessa definição e aplicação.

As tradições sociais, a opinião pública e a política freqüentemente impediram a plena expansão dos direitos e liberdades a diferentes grupos, e nem todos concordaram que esses direitos deveriam ser expandidos como o foram pelos tribunais. As escolas foram segregadas por raça por muito tempo até que o Tribunal ordenou a dessegregação em Brown v. Conselho de Educação (1954), e mesmo assim, muitos se opuseram e tentaram bloquear os alunos nas entradas de escolas totalmente brancas. 20 Facções se formaram em lados opostos dos debates sobre aborto e arma, porque muitos não concordam que as mulheres devam ter direito ao aborto ou que os indivíduos devam ter direito a uma arma. As pessoas discordam sobre se membros da comunidade LGBT devem ser autorizados a se casar ou se as pessoas presas devem ter seus direitos lidos, um advogado garantido e / ou ter seus telefones celulares protegidos contra buscas policiais.

Mas a Suprema Corte decidiu a favor de todas essas questões e outras. Mesmo sem um acordo unânime entre os cidadãos, as decisões do Supremo Tribunal tornaram todas essas possibilidades uma realidade, especialmente importante para os indivíduos que se tornam os beneficiários (Tabela 13.1). O ramo judicial muitas vezes toma decisões que os outros ramos não quiseram ou não puderam tomar, e Hamilton estava certo em Federalista No. 78 quando disse que sem os tribunais exercerem o seu dever de defender a Constituição, “todas as reservas de direitos ou privilégios particulares não equivaleriam a nada”.

Exemplos de casos da Suprema Corte envolvendo indivíduos
Nome do Caso Ano Decisão do Tribunal
Brown v. Conselho de Educação 1954 As escolas públicas devem ser desagregadas.
Gideon v. Wainwright 1963 Pobres réus criminais devem ter um advogado.
Miranda v. Arizona 1966 Os suspeitos de crimes devem ter seus direitos lidos.
Roe v. Wade 1973 As mulheres têm o direito constitucional ao aborto.
McDonald v. Chicago 2010 O indivíduo tem direito a uma arma de fogo em sua casa.
Riley x Califórnia 2014 A polícia não pode revistar um telefone celular sem um mandado.
Obergefell v. Hodges 2015 Os casais do mesmo sexo têm o direito de se casar em todos os estados.

Os tribunais raramente ou nunca concedem direitos a uma pessoa instantaneamente e mediante solicitação. Em vários casos, eles expressaram relutância em expandir os direitos sem limites e ainda equilibram essa expansão com a necessidade do governo de governar, fornecer para o bem comum e servir a um propósito social mais amplo. Por exemplo, o Supremo Tribunal Federal manteve a constitucionalidade da pena de morte, decidindo que a Oitava Emenda não impede que uma pessoa seja condenada à morte por cometer um crime capital e que o governo pode considerar "retribuição e a possibilidade de dissuasão" quando busca a pena de morte para um crime que assim o justifica. 21 Em outras palavras, existe um bem maior - mais proteção e segurança - que pode ser mais importante do que poupar a vida de uma pessoa que cometeu um crime hediondo.

No entanto, o Tribunal também colocou limites à capacidade de impor a pena de morte, decidindo, por exemplo, que o governo não pode executar uma pessoa com deficiência cognitiva, uma pessoa que tinha menos de 18 anos na altura do crime ou um estuprador de crianças que não matou sua vítima. 22 Portanto, o trabalho dos tribunais em qualquer questão nunca está totalmente concluído, já que os juízes continuamente mantêm seus olhos nas leis, ações e mudanças políticas do governo à medida que os casos são apresentados a eles e, em seguida, decidem se essas leis, ações e políticas podem ser mantidas ou deve ir. Mesmo com uma questão como a pena de morte, sobre a qual o Tribunal proferiu várias decisões, sempre existe a possibilidade de que sejam necessárias interpretações judiciais adicionais sobre o que viola (ou não) a Constituição.

Isso aconteceu, por exemplo, ainda em 2015, em um caso envolvendo o uso de injeção letal como pena de morte no estado de Oklahoma, onde presidiários condenados à morte são condenados à morte por meio do uso de três drogas - um sedativo para levar à inconsciência (midazolam), seguido por dois outros que causam paralisia e param o coração. Um grupo desses internos contestou o uso de midazolam como inconstitucional. Eles argumentaram que, uma vez que não poderia causar inconsciência de forma confiável, seu uso constituía uma violação da Oitava Emenda contra punições cruéis e incomuns e deveria ser interrompido pelos tribunais. A Suprema Corte rejeitou as alegações dos presos, determinando que Oklahoma poderia continuar a usar midazolam como parte de seu protocolo de três medicamentos. 23 Mas, com quatro dos nove juízes discordando dessa decisão, um Tribunal nitidamente dividido deixa em aberto uma possibilidade maior de mais casos de pena de morte por vir. A sessão 2015-2016 sozinha inclui quatro desses casos, desafiando os procedimentos de condenação à morte em estados como Flórida, Geórgia e Kansas. 24

Portanto, não devemos subestimar o poder e a importância do Poder Judiciário nos Estados Unidos. Hoje, os tribunais tornaram-se um ator relevante, ganhando influência e confiança suficientes ao longo dos anos para ocupar seu lugar como um ramo separado, mas igualmente igual.


1. Suporte de prancha lateral (3 conjuntos)

Como fazer isso:
Comece na posição de prancha alta, abdominais engajados, mantendo uma linha reta da cabeça aos calcanhares.

Mantendo os abdominais contraídos, faça a transição lenta da posição da prancha para a prancha do lado direito. Gire o corpo lentamente, levantando o braço esquerdo do chão e colocando o peso na palma da mão direita.

Ao girar o corpo, estenda o braço esquerdo para cima ou sobre a cabeça, mantendo o corpo em linha reta (o pé esquerdo empilhado em cima do direito para criar essa linha), contraindo o abdômen e empurrando a palma da mão a mão que está no chão.

Mantenha esse movimento por 30 segundos, contraindo os oblíquos durante todo o exercício. Descanse e repita do outro lado.

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Exercícios para a Seção 13.1

O exercício de tração unilateral da parte superior do corpo mais básico e acessível, mas ainda assim eficaz. Execução Apoie-se em um banco com um braço e um joelho para posicionar o truque.

O carregador de 1 braço acrescenta ao trabalho de carga e aderência do agricultor com anti-flexão lateral do tronco e estabilidade do quadril. Execução Caminhe ou corra enquanto carrega um único.

Agachamento acima da cabeça com halteres de 2 braços O agachamento acima da cabeça com halteres de 2 braços é um exercício desafiador para estabilidade e mobilidade acima da cabeça. Execução Segure um par de halteres no alto.

Também conhecido como caminhada para trás do agricultor, transporte do agricultor reverso O transporte do agricultor para trás combina trabalho de pega e carregamento do tronco, quadris e pernas para construir força e estabilidade, mas com um estímulo diferente.

Este exercício combina 3 movimentos importantes para a estabilidade dos ombros e realiza muito trabalho com eficiência. A maioria de vocês pode conseguir se safar apenas com este exercício diário para o seu trabalho de banda. Fileira .

O cão-pássaro é um exercício simples, mas eficaz, de estabilidade de quadril e glúteos, especialmente útil na preparação do treinamento. Execução Posicione-se sobre as mãos e joelhos e mantenha.

Os cachos de pulso com barra são a maneira mais simples de treinar a força de flexão do punho para aderência e estabilidade. Execução Com uma barra em pegada supinada, agache-se parcialmente e descanse.

As extensões de punho em barra são a maneira mais simples de treinar a força da extensão do punho para a estabilidade e saúde do punho e para equilibrar a força dos flexores do punho. Execução com barra.

O mergulho de bancada é uma variação do mergulho que pode ser usado como uma versão em escala ou para variedade. Execução Coloque as mãos em um banco atrás de você com as pernas esticadas para a frente.

A ponte para os glúteos com uma perna apoiada em um banco é um exercício simples, mas eficaz, de estabilidade do quadril e dos glúteos que adiciona amplitude de movimento e dificuldade a uma ponte de glúteos com uma perna normal. Ex.

O cão-pássaro é um exercício simples, mas eficaz, de estabilidade de quadril e glúteos, especialmente útil na preparação do treinamento. Execução Posicione-se sobre as mãos e joelhos e mantenha.

O salto de caixa é um dos exercícios de salto mais simples e é uma boa maneira de se beneficiar do salto e, ao mesmo tempo, minimizar o impacto. Execução Execute um contador padrão.

Também conhecido como salto em comprimento, salto em comprimento em pé O salto em largura é um dos exercícios de salto mais simples e oferece uma variedade de saltos orientados verticalmente. Execução Execute um stan.

A linha de motosserra é uma variação da linha com halteres de 1 braço que muda a posição do corpo e usa mais do corpo para mover o peso. Execução Com uma postura ampla, dobre para a frente.

Também conhecida como prancha adutora A prancha Copenhagen é um exercício simples para fortalecer o adutor. Execução Em uma posição de prancha lateral, coloque a perna de cima em um banco com a parte inferior.

Também conhecido como Plataforma elevatória de adutor A plataforma elevatória de prancha Copenhagen é simplesmente uma variação dinâmica da prancha Copenhagen. Execução Em uma posição de prancha lateral, coloque a perna de cima em a b.

O agachamento cossaco é um exercício de perna e quadril bom para melhorar a estabilidade e a mobilidade do quadril. Execução Com uma postura aberta e os dedos dos pés um pouco voltados para fora, agachar para frente.

A queda de profundidade é um exercício pliométrico parcial e a base do salto de profundidade é usada para desenvolver a capacidade de absorver força. Execução Fique na borda frontal de uma caixa ou caixa.

O salto em profundidade é um exercício pliométrico que treina a habilidade de absorver força e utilizar energia elástica para produzir maior força muscular concêntrica. Execução Stand at th.

O mergulho é um exercício acessório de pressão que move os ombros em uma amplitude de movimento não usada no levantamento de peso para construir força e estabilidade. Execução em barras de imersão,.


Recursos online de compreensão da prática atuarial (UAP)

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Capítulo 13-18

Uma única planilha, tabelas de seção de vida e soluções, contém cálculos para vários exemplos e soluções para exercícios selecionados nestes capítulos

Seção 13.1.4 & mdash O estudo de experiência sobre taxas de caducidade no final do período de mandato de nível está em três arquivos:

  • As soluções para os Exercícios 13.1 e 13.3 estão na planilha dos Capítulos 13-18.
  • As soluções para os outros exercícios estão no arquivo de soluções da Seção 13.1.7

A planilha de retornos para o Exercício 13.3 é FAP S & ampP 500 Returns.xls.

Seção 13.2.5 Exercícios & mdash As soluções para todos esses exercícios estão na planilha dos Capítulos 13-18.

Seção 14.2.1 Exercício & mdash A solução para este exercício está na planilha dos Capítulos 13-18.

O artigo de Jennifer Rankin referenciado na Seção 14.4, "Você deve se tornar global?"

    As soluções para os Exercícios 15.1 e 15.4-6 estão na planilha dos Capítulos 13-18. As soluções para os outros exercícios estão no arquivo de soluções da Seção 15.2.6

O artigo de Shane Chalke referenciado na Seção 16.1.7, "Preços macro".

A planilha de compartilhamento de ativos do Exemplo 16.4 é separada da planilha com os outros exemplos.

  • A solução para o Exercício 16.5 está na planilha dos Capítulos 13-18. As soluções para os outros exercícios estão no arquivo de soluções da Seção 16.7.

Os dois arquivos do estudo SOA-LIMRA discutidos na Seção 17.4 são:

O estudo GRET discutido na Seção 17.5.2 está disponível apenas como um link para o site da NAIC.

A tábua de mortalidade 2001 Commissioners Standard Ordinary usada no Exemplo 18.1. O mesmo arquivo tem a tábua de mortalidade de Anuidades de 2000 usada no Exemplo 18.3.

A Declaração de Padrões de Contabilidade Financeira SFAS 60 e SFAS 97 discutida na Seção 18.2.4 estão disponíveis apenas por meio do link do site original.

O gerenciador de tabelas da SOA discutido na Seção 18.2.4 está disponível por link. Como o gerenciador de mesa é atualizado com frequência, preferimos criar um link para a fonte em vez de fornecer uma cópia no site do livro.

  • As soluções dos Exercícios 18.1-2, 18.4-5 e 18.7-12 estão na planilha dos Capítulos 13-18. As soluções para os outros exercícios estão no arquivo de soluções da Seção 18.7

Capítulos 21-27

As soluções escritas para os exercícios dos Capítulos 21-27 estão no arquivo Respostas aos exercícios de benefícios de aposentadoria.

As soluções do Excel para exercícios selecionados estão no arquivo Soluções para exercícios de benefícios de aposentadoria.

Capítulos 30-31

O arquivo Health Case Study contém arquivos que suportam vários exemplos nestes capítulos.

O arquivo Soluções para exercícios da seção de saúde contém as soluções para todos os exercícios desta seção.

O arquivo Health Section Solutions contém planilhas que apóiam algumas das soluções.


Lei de Liberdade de Informação de 2014

(c) notificar, por escrito ou em qualquer outra forma que venha a ser determinada, da decisão e determinação a ser dada ao solicitante em questão.

(2) Um aviso sob subseção (1) deve especificar & mdash

(a) a decisão sob essa subseção e o dia em que foi feita,

(b) a menos que o chefe em questão acredite razoavelmente que sua divulgação possa prejudicar a segurança ou o bem-estar da pessoa em questão, o nome e a designação da pessoa no órgão FOI em questão que está lidando com a solicitação,

(c) se a solicitação acima for concedida, seja no todo ou em parte & mdash

(i) o dia em que, e a forma e maneira em que, o acesso ao registro em questão será oferecido ao solicitante em questão e o período durante o qual o registro será mantido disponível para a finalidade de tal acesso, e

(ii) o valor de qualquer taxa sob seção 27 pagável pelo solicitante em relação à concessão do pedido,

(d) se o pedido supracitado for recusado, total ou parcialmente & mdash

(i) os motivos da recusa, e

(ii) a menos que a recusa esteja de acordo com seção 28 (5), 31 (4), 32 (2), 33 (4), 35 (4), 36 (4) ou 37 (6), qualquer disposição desta Lei nos termos da qual o pedido seja recusado e as conclusões sobre quaisquer questões materiais relevantes para a decisão e detalhes de qualquer assunto relacionado ao interesse público levado em consideração para os fins da decisão,

(e) se a concessão de acesso ao registro for adiada por seção 16 , as razões para o diferimento e o período do diferimento, e

(f) detalhes dos direitos de revisão e recurso ao abrigo desta Lei em relação à decisão ao abrigo subseção (1) e qualquer outra decisão referida no aviso, o procedimento que rege o exercício desses direitos e os prazos que regem esse exercício.

(3) Sujeito a esta Lei, onde um pedido é concedido sob subseção (1) & mdash

(i) uma taxa não é cobrada sob seção 27 em relação ao assunto,

(ii) um depósito de acordo com essa seção foi pago e uma taxa sob essa seção é cobrada e o valor do depósito é igual ou superior ao valor da taxa, ou

(iii) tal depósito foi pago, mas tal taxa não é cobrada,

o acesso ao registro em questão deve ser oferecido ao solicitante em questão imediatamente e o registro deve ser mantido disponível para a finalidade de tal acesso por um período de 4 semanas a partir de então, e

(b) se uma taxa for cobrada, o acesso ao registro em questão deve ser oferecido ao solicitante em questão assim que possível, mas não mais de uma semana, após o dia em que a taxa é recebida pelo órgão FOI em questão, e o registro deve ser mantido disponível para fins de tal acesso até & mdash

(i) a expiração do período de 4 semanas a partir de tal recebimento, ou

(ii) a expiração do período de 8 semanas a partir do recebimento pelo solicitante em questão da notificação de acordo com subseção (1) preocupado,

(4) Sujeito a esta Lei, ao decidir se concede ou se recusa a conceder um pedido de FOI & mdash

(a) qualquer motivo que o solicitante forneça para a solicitação, e

(b) qualquer crença ou opinião do chefe sobre quais são as razões do solicitante para a solicitação,

(5) Esta seção não deve ser interpretada como exigindo a inclusão em um aviso sob subseção (1) É importante ressaltar que, se fosse incluído em um registro, faria com que o registro fosse um registro isento.

(6) As referências nesta seção à concessão de um pedido FOI incluem referências a tal concessão de acordo com seção 18 .


13 corda de salto

Outro exercício que elimina a gordura abdominal rapidamente é pular corda, e é por isso que você vê tantos fisiculturistas e entusiastas de exercícios fazendo este. Pule corda por até 5 minutos por dia, se puder. Se não conseguir, trabalhe até 2 minutos e prossiga a partir daí. Pular corda é uma ótima forma de cardio, especialmente se você não tem acesso a uma boa trilha para caminhada e corrida ou esteira.

Para obter os melhores resultados, você precisa ter certeza de fazer a maioria desses exercícios, junto com o cardio recomendado. Você também precisará ter uma dieta saudável e balanceada, que contenha menos alimentos ricos em amido e açúcar, e muitos vegetais e proteínas. Dessa forma, você perderá o excesso de peso e tonificará tudo ao mesmo tempo. Isso conclui minha lista de 13 exercícios para perder gordura do estômago rapidamente. Você tem alguma sugestão própria a fazer?


Assista o vídeo: Rotina de Exercícios Diários: Dia 1 Queime Gordura + Exercícios de Bumbum e Pernas (Outubro 2021).